terça-feira, 17 de julho de 2018

Mar Adentro: o papel do cuidador de indivíduos tetraplégicos

Artigo escrito pela Psicóloga Fernanda Guimarães e pelo Especialista em Sociologia e Educação Roberto Guimarães.



AVISO: o texto abaixo contém SPOILERS.

Um dos filmes mais tocantes de todos os tempos, Mar Adentro aborda a complexa questão da eutanásia de maneira bastante profunda. Narra a história de um homem que, ao mergulhar de cima de uma pedra em uma praia rasa, lesiona sua coluna na região cervical e se torna tetraplégico. Cuidado pelo irmão, anos após o acidente decide terminar com sua vida.
O problema é que ele não tem possibilidades de se suicidar sem o auxílio de terceiros, uma vez que lhe faltam os movimentos de braços e pernas. Aqui já surge uma questão interessante: o indivíduo que ajuda alguém a se matar comete homicídio? Esta parece ser a interpretação legal nos países em que a eutanásia é criminalizada. Mas não vamos nos deter neste ponto dada a complexidade da questão.
Como é de se esperar, as pessoas próximas tentam convencê-lo do absurdo que intenta. Os diálogos com o irmão e com um padre, este também restrito em uma cadeira de rodas, são os pontos altos do filme. Tais debates demonstram cada ponto de vista de maneira bastante sólida. Todos parecem ter razão e nos fazem questionar nossas próprias perspectivas.

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