quarta-feira, 25 de abril de 2018

Angst - Medo: as idealizações sobre a psicopatia

O texto abaixo é uma amostra do artigo contido no livro ALÉM DA SINOPSE, escrito pela Psicóloga Fernanda Guimarães e pelo Especialista em Sociologia e Educação Roberto Guimarães.




AVISO: o texto abaixo contém SPOILERS.

O filme medo é uma obra de terror, não no sentido vulgar em que o gênero se estabeleceu e que remete a monstros e outros elementos fantásticos, mas no sentido literal do termo. Medo não é o estado emocional mais adequado para refletir o assombro que arrebata o espectador, fruto de uma direção espetacular e bastante crua capaz de provocar profunda imersão ao clima de bestialidade das ações humanas. 
A história acompanha os momentos que antecedem a soltura de um psicopata e os atos subsequentes de violência que comete. A retomada de atos criminosos por parte de um indivíduo que não pôde ser adequadamente transformado em seu processo de “ressocialização”, nome enganosamente dado ao encarceramento ao qual foi submetido, pode parecer previsível e desencorajar a assistir ao filme. Porém, fica claro que a intenção não era surpreender por uma trama complexa, mas apresentar de maneira extremamente realista a complexidade de uma mente deturpada durante atos ignominiosos, que afastam as pessoas “normais” de suas dinâmicas e motivações e dificultam sua compreensão.


Para ler o texto completo, além de outros artigos como este, adquira o livro ALÉM DA SINOPSE. 
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